Investimento Social, Filantropia, Gestão, Terceiro Setor, Desenvolvimento local
Dezembro 1st, 2008 at 19:20
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por Glaucia Terreo (Coordenadora das Atividades GRI no Brasil - Parceria Instituto Ethos e GRI)

Criada em 1997 a partir da reunião de ambientalistas, ativistas sociais e representantes de fundos socialmente responsáveis, a GRI é uma organização multistakeholder, sem fins lucrativos, que desenvolve uma Estrutura de Relatórios de Sustentabilidade adotada por cerca de 1.500 organizações, em todo o mundo.

Com longa tradição em relatórios exclusivamente financeiros, as empresas vêm percebendo que, ao elaborar relatórios de sustentabilidade, encontram um caminho para refletir e internalizar o tema, além de tornar públicos sua própria visão, desafios e resultados econômicos, sociais e ambientais. Criam, assim, uma plataforma de comunicação e de diálogo com seus públicos (stakeholders).A visão da GRI é que os relatórios de desempenho econômico, ambiental e social elaborados por todas as organizações se tornem tão rotineiros e úteis quanto são os tradicionais relatórios financeiros. Para alcançar tal objetivo, a GRI reúne uma rede de milhares de especialistas, em dezenas de países, que contribuem para o seu desenvolvimento. Hoje, a Estrutura de Relatórios de Sustentabilidade está disponível em 13 idiomas, inclusive o português.

Essa Estrutura compõe-se de Diretrizes para Elaboração de Relatórios de Sustentabilidade (as Diretrizes G3), Suplementos Setoriais, Protocolos Técnicos e de Indicadores. Com o objetivo de superar as limitações de uma abordagem padronizada, os Suplementos são considerados essenciais na elaboração do Relatório de Sustentabilidade, uma vez que ajudam a retratar os riscos e as oportunidades dos setores de atuação das empresas. No futuro, também serão criados os Anexos Nacionais, que levarão em conta as especificidades nacionais ou regionais de cada país.

Um processo de elaboração de relatórios que se pretende aplicável a qualquer organização, sediada em qualquer país, requer legitimidade e credibilidade. Não pode ser criado a poucas mãos e lançado como qualquer produto, sob pena de se mostrar inadequado às diferentes realidades corporativas e configurar um fracasso.

Consciente disso, a GRI buscou, desde a sua criação, estabelecer processos de desenvolvimento de natureza global e multistakeholder. Sempre que se faz necessário criar ou atualizar alguma publicação da GRI, reúnem-se especialistas de diversos países, em grupos que guardam equilíbrio geográfico e entre os stakeholders – empresários, trabalhadores, sociedade civil organizada, comunidade acadêmica, consultores, Governos etc. Esses grupos discutem os conteúdos com o objetivo de alcançar uma abordagem consensual. Além disso, o processo passa por consulta pública, aberta a receber contribuições de todos os interessados.

A própria governança da GRI tem caráter multistakeholder. Sediada em Amsterdã, na Holanda, a organização possui Conselho Diretor, Conselho de Stakeholders, Comitê Consultivo Técnico, Stakeholders Organizacionais e Secretaria Internacional. Todos os órgãos abrangem profissionais de distintos grupos de stakeholders, provenientes de diversos países.

Atualmente, há brasileiros no Conselho Diretor, no Conselho de Stakeholders e na Secretaria Internacional. Além disso, o Brasil é o único país onde a GRI mantém um ponto focal (um representante especialmente alocado no país para auxiliar as empresas na adoção da Estrutura GRI).

A legitimidade da GRI deve-se não apenas a esse processo compartilhado de desenvolvimento e gestão, mas também aos fundamentos de seu conteúdo, que dialoga com as principais referências internacionais em sustentabilidade. A GRI alinha-se à Declaração Internacional dos Direitos Humanos, ao Pacto Global, aos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, aos padrões ISO, a códigos de conduta e ética, a índices de sustentabilidade empresarial.

Na verdade, os relatórios de sustentabilidade baseados na GRI constituem uma plataforma para as empresas divulgarem suas iniciativas relacionadas ao Pacto Global, aos Objetivos do Milênio e aos Princípios do Equador, além de estarem totalmente alinhados com os índices de sustentabilidade da bolsa de Nova York (DJSI) e de Londres (FTSE4good). No Brasil, vale ressaltar a sintonia dos relatórios GRI com diversas iniciativas tais como o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da Bovespa, os Indicadores de Auto-avaliação do Instituto Ethos, as melhores práticas propostas pelo Instituto Brasileiros de Governança Corporativa (IBGC), entre outras.

Em todo o mundo, as organizações percebem tais atributos. Um número cada vez maior de companhias vem adotando as diretrizes e os indicadores GRI, conferindo ainda mais credibilidade à iniciativa. Se, em 1999, apenas 20 organizações fizeram relatórios GRI, atualmente já são 1.500 organizações que oficialmente baseiam seus relatórios na Estrutura. Estima-se, no entanto, que o número real esteja próximo das 2.500 organizações que se valem do padrão GRI.

Terceira Geração das Diretrizes para Relatórios de Sustentabilidade

A Terceira Geração das Diretrizes para Relatórios de Sustentabilidade - a G3 - foi lançada em outubro de 2006 em Amsterdam pela Global Reporting Initiative GRI. A versão em português foi lançada em dezembro de 2006 em São Paulo num esforço coletivo do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial - Aberje e do Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas - Gvces.

Essa nova versão levou dois anos de revisão para ficar pronta e seu processo de construção multistakeholder envolveu mais de 2000 pessoas de todo o mundo de diversos setores da sociedade.

As Diretrizes G3 fazem parte da Estrutura de Relatórios GRI, junto com os Protocolos de Indicadores, os Protocolos Técnicos, os Suplementos Setoriais e os Níveis de Aplicação. Cada item dessa estrutura foi pensado de forma a atender às demandas dos usuários das diretrizes, que pediam por uma ferramenta mais amigável e que permitisse maior comparabilidade e relevância de informações nos relatórios publicados.

As Diretrizes para Elaboração de Relatórios de Sustentabilidade da GRI consistem de princípios para a definição do conteúdo do relatório e a garantia da qualidade de informações relatadas. Incluem também o conteúdo do relatório, composto de indicadores de desempenho e outros itens de divulgação, além de orientações sobre temas técnicos específicos relativos à elaboração do relatório.

A ênfase nos princípios, uma das características da G3, representam um desafio aos usuários, mas também representam um grande salto qualitativo nos relatórios que serão produzidos com base nesta versão.

E, uma das inovações mais apreciadas pelos usuários é a Forma de Gestão, que consiste de uma orientação simples de como a organização deve relatar sobre sua abordagem de gestão no que se refere aos aspectos definidos sobre cada indicador, para contextualizar as informações publicadas sobre seu desempenho.

Para baixar as Diretrizes G3 gratuitamente, acesse:

http://www.globalreporting.org/ReportingFramework/G3Online/LanguageSpecific/Portuguese_Brazilian

Os Protocolos de Indicadores fornecem orientações para a compilação e outras informações destinadas a auxiliar as organizações relatoras e a assegurar coerência na interpretação dos indicadores de desempenho. Seu uso é fundamental para garantir consistência e comparabilidade longitudinal dos indicadores.

Para baixar os Protocolos de Indicadores gratuitamente, acesse:

http://www.globalreporting.org/ReportingFramework/G3Online/LanguageSpecific/Portuguese_Brazilian

Os Protocolos Técnicos foram criados para orientar questões referentes à elaboração do documento, como o estabelecimento de limites do relatório. Devem ser usados junto com as Diretrizes e suplementos setoriais.

Para baixar o Protocolo de Limites gratuitamente, acesse:

http://www.globalreporting.org/ReportingFramework/G3Online/LanguageSpecific/Portuguese_Brazilian

Os Suplementos Setoriais contemplam as Diretrizes com interpretações e orientações sobre como aplica-las em determinado setor e incluem indicadores de desempenho específico do setor. Os suplementos aplicáveis ao setor da organização devem ser utilizados como complemento das Diretrizes, e não em substituição a elas.

Os Suplementos Setoriais já trabalhados e em desenvolvimentos pela GRI são:

Desenvolvidos Em desenvolvimento a ser desenvolvido
Serviços Financeiros Vestuário e Calçados ONGs
Logística e Transporte Energia Elétrica
Mineração e Metais Serviços Financeiros (Piloto)
Agências Públicas Agências Públicas (Piloto)
Turismo
Telecomunicações
Indústria Automobilística

Os demais estão em inglês no link:

http://www.globalreporting.org/ReportingFramework/SectorSupplements/
O processo multistakeholder também é a forma de construção dos Suplementos Setoriais.

Existem também Documentos de Pesquisa como o de Biodiversidade, HIV-AIDS, Mudanças Climáticas etc que podem ser obtidos, em inglês, em http://www.globalreporting.org/Learning/ResearchPublications/ .

Esses documentos ajudam no aprofundamento dessas questões e, conseqüentemente, vão ajudar as organizações no processo de relatoria. Ademais, esses conteúdos representam uma oportunidade de aprender mais.

Os Níveis de Aplicação da GRI consiste de um sistema pelo qual a organização declara o quanto utilizou da Estrutura de Relatórios da GRI. Esse sistema fornece:

1 - Aos leitores do relatório: clareza sobre até que ponto as Diretrizes e os outros elementos da Estrutura de Relatórios GRI foram aplicados em sua elaboração;

2 - Aos relatores: uma visão ou caminho para a expansão progressiva da aplicação da Estrutura de Relatórios GRI.

Esse sistema apresenta três níveis, intitulados C, B e A. Os critérios de relatos encontrados em cada nível indicam uma evolução da aplicação da Estrutura de Relatórios GRI e é um grande facilitador para as organizações usuárias. Esse sistema derruba totalmente o mito de que elaborar relatórios no modelo GRI é difícil ou que somente grandes organizações podem utilizá-lo.

O nível C pede que se relate apenas 10 indicadores e outros itens simples de divulgação como informações gerais como o perfil da organização, por exemplo.

É importante que esse sistema de graduação seja tomado como oportunidade de aprendizagem. O importante é ter como meta o nível subseqüente para que as oportunidades de melhoria trazidas à luz durante o processo de elaboração do relatório sejam aproveitadas.

Uma organização poderá declarar um ponto a mais (+) em cada nível (C+, B+ ou A+), caso tenha utilizado verificação externa.

Para baixar o documento Níveis de Aplicação gratuitamente, acesse:

http://www.globalreporting.org/ReportingFramework/G3Online/LanguageSpecific/Portuguese_Brazilian


Setembro 18th, 2008 at 15:05
Posted by admin in Artigos

A função do Vereador nem sempre é bem conhecida pela população e durante as campanhas eleitorais mais dúvidas são estimuladas. Na maioria dos casos a informação não é tão clara quanto as suas responsabilidades e competências no município.

O vereador atua na Câmara Municipal (Poder Legislativo) e têm por objetivos representar a população, legislar, fiscalizar e sugerir ações e projetos para o Prefeito (Poder Executivo).
Para efetivar essas funções é importante que os vereadores promovam sempre um equilíbrio entre os poderes, dialogando sempre com a sociedade e o executivo (Prefeito).

Não devemos estagnar apenas no aspecto jurídico do cargo, precisamos avançar no sentido do papel do vereador como um agente de transformação social, que pode contribuir efetivamente para a melhoria da qualidade de vida da população.

Uma Câmara Municipal que possui vereadores comprometidos com o desenvolvimento da cidade, faz com que as ações e projetos desenvolvidos pelo executivo, sejam otimizados e atendam as necessidades da coletividade.

O estudo e o aprimoramento da legislação local, por exemplo, auxilia o desenvolvimento social e econômico da cidade, gerando melhorias na saúde, na educação, no meio ambiente e na geração de empregos.

Nesse contexto fica claro como o vereador pode contribuir para as implantação e execução das políticas públicas sociais. Não apenas com um discurso vazio de “vou recuperar as praças, vou implantar mais leitos hospitalares, vou oferecer mais vagas em escolas….”, e sim “vou estudar, encaminhar, acompanhar e fiscalizar as melhorias solicitadas pela população”.

O vereador possui também uma função articuladora que pode, voluntariamente, com sua experiência e conhecimento, auxiliar no desenvolvimento de projetos e iniciativas sociais nas comunidades. Ele pode estimular essas comunidades a buscarem ativos e recursos para viabilizarem as melhorias desejadas.

É importante que o trabalho do vereador como agente de transformação social seja desempenhado de forma a transferir seu conhecimento e incentivar a participação coletiva.

Essa participação é a garantia para a continuidade das ações sociais naquela comunidade, mesmo que ele não venha a exercer o cargo em outro mandato.

Função do Vereador

REPRESENTAR: o vereador é ao mesmo tempo, porta voz da população, do partido que representa ou de movimentos organizados, sendo responsável por buscar as preocupações coletivas e promover a realização de seminários, debates e audiências públicas para que essas discussões sejam encaminhadas ao executivo (Prefeito).

LEGISLAR: Os vereadores aprovam as leis que regulamentam a vida da cidade. Algumas leis podem surgir de projetos internos, ou encaminhados pelo Prefeito. Os vereadores devem sempre promover audiências públicas, reuniões setoriais para que a Lei em elaboração seja efetiva, aplicável, equilibrada e atenda aos desejos da coletividade.

FISCALIZAR: A Câmara Municipal foi encarregada pela Constituição da República para acompanhar a execução do orçamento municipal e verificar a legitimidade dos atos do Poder Executivo. Cabe ao Vereador avaliar permanentemente as ações do Prefeito. A fiscalização ocorre também, por meio da atuação nas comissões especiais e em prol do bom uso do dinheiro público, discussão e aprovação do orçamento anual e da Lei de Diretriz Orçamentária que planeja onde e como aplicar o orçamento do município e análise profunda do Plano Diretor.

SUGERIR: Nas questões em que os vereadores não possam apresentar um projeto de lei, por exemplo, eles têm a competência de alertar o executivo sobre determinada necessidade da população. Assim como a participação na elaboração do orçamento, que embora realizada pelo Prefeito, sua aprovação acontece na Câmara e expressa todas as políticas públicas do município. No orçamento estão presentes os valores que serão recebidos pela Prefeitura (receita) e como esses valores serão gastos pelo Prefeito (despesa). A passagem do orçamento municipal pela Câmara é o melhor momento para que as ações públicas sejam apresentadas à sociedade, discutidas e aperfeiçoadas. Outro exemplo está na elaboração e execução do Plano Diretor.


Agosto 28th, 2008 at 16:57
Posted by admin in Americana, Santa Bárbara d´Oeste, Notícias Gerais

Cadeira de 6 metros da exposição

O Artista Plástico Orlando Marques estará representando o município de Santa Bárbara D’Oeste na Mostra de Artes Plásticas do 5º Fórum Cultural da Região Metropolitana de Campinas.

O 5º Fórum acontece dos dias 25 a 31 de agosto no Centro de Cultura e Lazer de Americana, e têm por objetivo promover política cultural da região metropolitana de Campinas.

A instalação “O Seu Lugar” de Orlando Marques têm por objetivo trazer uma reflexão sobre a arte no contexto da sustentabilidade. E têm o apoio da Secretaria de Cultura e Turismo de Santa Bárbara D’Oeste e do Instituto DESS.

As “cadeiras” que compõe a instalação remetem a projeção do individuo rompendo seus próprios limites, para o crescimento e busca de sua individualidade e sua contribuição para o coletivo.

A instalação consiste de uma “cadeira” branca de 6 metros de altura, instalada na área externa do Centro de Cultura e Lazer, e na parte interna, cadeiras de diversos tamanhos tradicionais na obra do artista.

A relação da arte e sustentabilidade nasceu da visão de Orlando Marques em contribuir para um equilíbrio social maior em que as pessoas realmente tenham um sentido para uma vida em harmonia.

O termo sustentabilidade está na moda no setor empresarial e a relação principal destacada é com o meio ambiente, porém o ser humano é o principal pilar de todas essas ações. E com isso é preciso que ocorra uma auto-valorização individual e coletiva de toda humanidade.


Agosto 13th, 2008 at 14:03
Posted by admin in Notícias Gerais

A abertura oficial da II Mostra FIESP de Responsabilidade Socioambiental aconteceu nessa manha do dia 13 de agosto na Bienal de Sao Paulo (Parque do Ibirapuera).

O evento contou com a presenca do Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, o presidente da FIESP, Paulo Skaf e representantes da Prefeitura e Estado de Sao Paulo, e a Diretora do CORES (Conselho de Responsabilidade Social da FIESP).

Foram assinados protocolos de cooperacao entre Ministerio do Meio Ambiente e FIESP referente a cadeia produtiva do setor de madeira para o manejo legalizado em todos os processos.

O Instituto DESS esta participnado do evento atraves da apresentacao de um case no estande do CIESP.


Agosto 11th, 2008 at 20:51
Posted by admin in Santa Bárbara d´Oeste, Notícias Gerais

O Instituto DESS participará da II Mostra do Sistema FIESP de Responsabilidade Socioambiental mostrando um case da cidade de Santa Bárbara D’Oeste: “Como articular Empresas, Governo e Sociedade Civil Organizada para uma Causa Social : mobilização e aplicações estratégicas de recursos do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Santa Bárbara d´Oeste”.

O evento acontecerá entre os dias 13 a 15 de agosto, no Pavilhão da Bienal, em São Paulo, para divulgar as práticas de responsabilidade social realizadas pelos mais diversos setores da sociedade.

O convite para participar desse evento surgiu do CIESP de Santa Bárbara D’Oeste para que o DESS representa-se a regional no evento com este case que envolve a participação de diversas outras organizações locais como o próprio CIESP, a Fundação ROMI, o CMDCA e a Prefeitura Municipal.

De acordo com o gerente executivo do Dess, Stéfano Carnevalli, a participação nesse evento, têm dois objetivos muito importantes: o primeiro é o de sensibilizar e mostrar para a população local de Santa Bárbara D’Oeste que é possível unir esforços e conseguir ótimos resultados para uma causa social. Segundo é uma oportunidade de identificar novos parceiros externos que buscam iniciativas locais de sucesso para aplicarem seus recursos (Fundações Privadas e Internacionais por exemplo.)

Esta ação do DESS, conta com o patrocínio das Indústrias Romi e da Brinqbras. E apoio institucional do CIESP-Santa Bárbara D’Oeste, CMDCA, Fundação Romi, Prefeitura Municipal, Amiglo Comunicação, Jornal Diário, Rádio Brasil AM e SBNotícias.

A apresentação do case será por meio de um display no estande da CIESP (SEDE).

A versão on-line do “case” pode ser acessada no site do Instituto DESS (www.dess.org.br/expodess), que também estará publicando informações sobre evento durante o período.

Mais informações sobre o evento: http://www.fiesp.com.br/socioambiental/